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quinta-feira, 8 de março de 2018

A minha luta diária!


terça-feira, 28 de novembro de 2017

O sorriso é elegante. E, também, tudo o que o acompanha: o bom-humor, a alegria, a paz interior. O sorriso é a melhor coisa que podemos oferecer aos que estão ao nosso lado.


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Pensamentos Roubados


Escrevo ou não escrevo? Acabo sempre por pôr - só - imagens. Só de pensar que há gentalha que lê o meu blogue, fecho imediatamente o browser.

1% dos leitores é que são gentalha. há aqui muito boa gente (a maior parte, felizmente!). mas os escroques moem, moem e nesta altura da vida não apetece aborrecer-me com isto logo, evito!

Rita.....obrigada pelas palavras.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

É preciso inspirar, expirar e não pirar.


Acredito que uma pessoa é e sempre será a maior inimiga dela mesma. Infelizmente, tenho provas disso todos os dias, mesmo sem querer. É claro que conscientemente ninguém vai se maltratar ou se ferir. Mas existe um universo desconhecido dentro de nós mesmos e no fundinho dele tem uma parte chamada boicote. É como uma espécie de anjinho e diabinho: o anjinho caminha para o lado do bem, o diabinho puxa com força seu braço para o caminho da lama. E a vida nada mais é que uma tentativa absurda, diária e árdua de equilíbrio.

Nem sempre consigo ser tão equilibrada, ponderada e organizada quanto gostaria. Alguns dias são bem perturbadores e nunca sei direito como lidar com eles. De certa forma resisto um pouco em dar o braço a torcer para a falha. Eu não sei perder, tampouco gosto de não ter razão. Um lado orgulhoso ainda tem muito o que aprender sobre os precipícios. Nem sempre quero cair, às vezes, mesmo torta, exausta e me arrastando quero continuar andando. Preciso aprender a me deixar levar, a aceitar que chega um momento em que a gente perde a força e a própria verdade. Mas sou turrona, durona, não desisto tão fácil. Juro que quando bate o desânimo eu o aceito, acolho, beijo, abraço e mando embora. Muitas vezes o desânimo só quer um carinho, por isso faz essas visitas inesperadas.

Existe também a famosa culpa. Por que fiz isso? Por que não fiz aquilo? Esqueço que o que eu fiz já está feito. E às vezes remendar só fica pior. Então
é preciso inspirar, expirar e não pirar. Volta e meia chega aquela insanidade travestida de esperança, o tal do "e se". E se eu tivesse tido uma chance? E se não estivesse chovendo? E se eu não tivesse me calado? É pura insanidade, pois o momento que passou não volta. E não adianta ficar filosofando incansavelmente sobre ele, isso nunca vai mudar aqueles milésimos de segundos que já se foram e não mais voltarão. 

Quando tenho uma meta muitas vezes pego alguns caminhos alternativos, desvios, esconderijos secretos. Nada que me desvie completamente do rumo escolhido, mas o caminho é mais longo e muitas vezes um pouco espinhoso. E olha que tenho pressa de chegar ao destino, não sou nada paciente, mas me boicoto frequentemente. Talvez não me ache capaz ou merecedora de bençãos e alegrias. Talvez. Ou talvez eu pense que vida bonita é coisa de filme. Talvez. Ou talvez eu ainda ache que essas coisas não são pra mim. Talvez. Penso demais e isso me atrapalha, fico tentando concatenar fatos, coisas, pessoas, situações e acabo no vazio, na imensidão, no questionamento. Ao invés de me aquietar, focar e ir atrás dos meus objetivos fico com interrogações mentais que nunca são solucionadas. Não entendo por qual razão penso tanto, às vezes, mesmo no silêncio, o pensamento está lá, lavando, passando, cozinhando, conversando, divagando. E eu fico ouvindo, afinal, não posso virar as costas para o coitado. Ele é sempre tão generoso e solícito comigo, seria uma injustiça bater a porta na cara dele. Então eu ouço. E por vezes ele tem um quê de inconveniência, sinto vontade de mandá-lo embora, mas me calo e escuto. Já me falaram dá-um-chega-pra-lá-nele, mas não consigo. Preciso aprender a ser mais dura, a pensar menos, a me equilibrar mais, a me estragar menos. Tomara que um dia eu chegue lá.

Clarissa Corrêa

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Regras para uma vida mais feliz


☼  Pára de dizer que não tens tempo para nada, se realmente quiseres consegues esse tempo.
☼  Pára de chegar atrasada, não há desculpa possível!
☼  Pára de ir para a cama tão tarde ,8 horas de sono são um must , acordas mais bem disposta e a pele agradece.
☼  Pára de pensar no que podia ter sido, é uma perda de tempo, esquece e segue em frente.
☼  Pára de falar com pessoas que te sugam a energia e não te dão nada em troca. FOGE!
☼  Pára de dizer sim quando na verdade queres dizer não.
☼  Pára de gastar energia a fazer coisas que não queres apenas para agradar algumas pessoas e faz o que realmente de deixa feliz.

domingo, 14 de maio de 2017

Há alturas em que não me sinto deste tempo.


Onde tudo é descartável e fácil. Onde se coloca no lixo aquilo com o qual não nos apetece lidar.
Onde não é necessário empenharmos-nos no que dá trabalho, pois do outro lado da rua se encontra com facilidade uma outra opção disponível e menos trabalhosa. Que até sorri e é leve e fácil.

Não sou deste tempo onde se acha que se ama, mas assim que algo treme, se dá um passo atrás e se decide ir em busca de algo que não nos desnorteie as ideias. Em sucessão. Buscando, em vão, uma relação perfeita.
Ou que, por e simplesmente, não nos mace e dê dores de cabeça. Não dando tempo, sequer, para perceber o que poderia - ou não - resultar. Onde é mais fácil desistir do que persistir.

Decididamente, não sou deste tempo fácil e de descarte automático. Onde se sente pouco e em doses controladas. Não sei entrar pela metade de mim, resguardando o resto para, no caso de correr mal, os estilhaços não serem por inteiro. Dou-me sem nunca aprender e não fazendo pagar a quem chega as atitudes de quem se ausentou.

Não sei mostrar apenas a superfície de mim. Não sei ser ao de leve. Não sei ser só um bocadinho.
Não amo com facilidade mas, quando amo, amo com tudo de mim.
Amo, não sem espernear, tudo do outro. No bom e no mau. No fácil e no difícil.
Não sou deste tempo.
E não quero aprender a ser.

Rita Leston

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

É curioso como não sei dizer quem sou.


Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo.
Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar.
Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras, sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calma e perdôo logo.
Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre. Tenho felicidade o bastante para ser doce, dificuldades para ser forte, tristeza para ser humana e esperança suficiente para ser feliz.
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre...
Sou uma filha da natureza: quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser...a única verdade é que vivo.
Sinceramente, eu vivo.

Clarice Lispector

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Pensamentos


Eu não quero me afogar no meio de sentimentos não expressados. Por isso, procuro mostrar meu amor a cada dia para quem é essencial. Não me importo que você me ache ingénua, romântica demais, boba, cafona ou careta. Talvez eu seja mesmo tudo isso. E muito mais. Mas pelo menos eu não tenho vergonha na cara e no peito de me abrir, de sentir. Isso é tão importante hoje em dia: sentir. É uma pena que você tenha desaprendido. Eu lamento que você tenha endurecido, que o seu coração seja seco, oco, silencioso, vazio e amargo. Não fale mal da felicidade alheia. Não queira tomar para si o que é do outro. Não deixe que os abraços não dados te encham de amargor. Por favor, não permita que os tropeços, as quedas e as decepções te façam perder a fé.


Clarissa Corrêa