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sábado, 27 de julho de 2013

Brutalíssimo : Jamie Cullum no EDP Cool Jazz

sábado, 30 de julho de 2011

Jamie Cullum no Cool Jazz Fest: Espalhar felicidade ao piano

A noite previa-se feliz quando ao entrar no palco, grande parte da plateia sentada se levantou para aplaudir um Jamie Cullum engravatado e sorridente. O amor do público nacional pelo cantor é conhecido. As previsões confirmaram-se e Cullum ofereceu duas horas de felicidade a quem assistia.
“Tudo bem, Cascais?”, perguntava Jamie num português quase perfeito, enquanto arrancava com “Photograph” e “Kick Out Of You”. Ao terceiro tema, “Get Your Way”, já Cullum tinha despido a camisa e a gravata e de t-shirt, saltado de cima do piano (depois de se benzer, como já é habitual).
Logo no início do concerto Cullum recordou o concerto em Portugal onde as pessoas pareciam estar sob o efeito de “esteróides” (elogio) e avisou: “Sabem o que têm a fazer”. O público percebeu a mensagem e reagiu à altura, logo na versão de “Come Togheter”, dos The Beatles, já cantada em uníssono.
Cullum vai dizendo que já ultrapassou os “20 something” de que falava no seu álbum, mas não parece. Com um sorriso de miúdo e energia inesgotável, o músico mostra o porquê da fama das suas actuações, salta para o piano, corre para ele, salta no banco, toca bateria e corre o palco sem parar. 
A sequência “If I ruled the world”, “Don’t stop the music” (versão de Rihanna), “I’m all out there” e “Mindtrick” foi uma das mais emotivas do concerto, começando com um casal a dançar sozinho em frente ao palco para depois ser felicitado pelo próprio Jamie, para acabar com uma invasão da frente de palco, onde grande parte do público ignorou as cadeiras para chegar mais perto dos músicos.
“Love is a losing game”, de Amy Winehouse, foi cantado em formato sussurro de homenagem, sem introduções e ouvido pelo público que se manteve em silêncio absoluto naquele que foi um dos mais bonitos momentos da noite. “High and dry”, original dos Radiohead e Mixtape fecharam o concerto em apoteose, antes do encore, onde “Wind Cries Mary” fez com que o rock invadisse o palco. “Grand Torino” fechou,o concerto, cantado por toda a gente.
Jamie Cullum não é um músico de Jazz puro, nem de rock, nem de pop, mas quando um concerto acaba com o músico de sorriso sincero, lágrima no canto do olho e um público de pé, em efusivos aplausos cúmplices, percebemos que nada disso interessa quando há música sincera para mostrar.
Noticia Daqui

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Amanhã é dia de Jamie Cullum no Cool Jazz Fest .

Amanhã é dia de Jamie Cullum no Cool Jazz Fest e é claro que eu vou lá estar linda e ruiva na primeira fila a cantar todas as musicas.  No final do primeiro concerto que vi do Jamie Cullum também no Cool Jazz Fest tive o prazer de trocar dois dedos de conversa com ele e levar o bilhete assinado com recordação para casa por isso isto promete . Já em Maio foi assim, inesquecível !

terça-feira, 8 de março de 2011

Boas Noticias : Jamie Cullum no Cool Jazz Fest 2011

O músico britânico confirmou a sua actuação na edição deste ano do festival Cool Jazz Fest, no dia 29 de Julho, em Cascais. Mal posso esperar !!!!!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Jamie Cullum arrasa no Coliseu dos Recreios

Jamie Cullum subiu ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa. A assegurar a primeira parte do espectáculo estiveram os ingleses Sweet Billy Pilgrim, que presentearam a sala lisboeta, completamente lotada, com um concerto acústico.

Pouco passava das 22 horas quando Jamie Cullum entrou em palco a «matar» ao som de «I`m All Over It», do seu último álbum, «The Pursuit». Procurando olhar o público nos olhos e sempre com um sorriso simpático, o músico parecia até surpreso perante a plateia, que estava completamente ao rubro.
Com um visual informal - ténis, jeans, casaco e camisa (tendo depois ficado em t-shirt) - Jamie Cullum desfilou mestria, energia e uma enorme capacidade vocal e instrumental. Ao segundo tema, «Get Your Way», o músico já estava a cantar de pé em cima do piano, pelo que a baixa estatura não o impediu de brilhar.
Sentado ao piano, o músico de 31 anos atirou-se, de seguida, a «Just One Of Those Things», mais uma faixa do seu novo disco, que chegou a nº1 no iTunes em Portugal
«Obrigado! Tudo bem?», disse, esforçando-se por falar na língua de Camões. O seu ar de menino e os seus multi-talentos há muito que conquistaram os portugueses, mas, ainda assim, o músico olhava surpreendido para a plateia e prometia uma noite brilhante.
O ambiente descontraído e intimista estava criado. Estavam reunidas as condições para o cantor surpreender com um momento imprevisível em que conseguiu misturar o arrepiante «All At See» com «Poker Face», de Lady Gaga.
O tema «Please Don`t Stop The Music», «emprestado» por Rihanna, também não ficou a dever créditos ao original quando transformado por Jamie Cullum num momento de jazz memorável. A roupagem era diferente, mas o público de imediato reconheceu a música e cantou em uníssono.
Acompanhado por uma banda que não lhe ficou atrás em virtudes, o cantor apresentou também «Twentysomething». E eis que chegou um dos momentos mais inusitados, e que facilmente se transformou num dos pontos altos da noite: Jamie Cullum a fazer beatbox. Se dúvidas restavam quanto à versatilidade do músico, ele conseguiu dissipá-las com a sua criatividade, capacidade de improviso e, sobretudo, com a facilidade com que se move no jazz, no pop e até no R&B. Sem parar por um instante, o cantor percorreu o palco de lés a lés, saltou, vibrou ao som da música, cantou a cappella sem microfone e fez música com todos os lados do seu piano, não se contentando com as teclas.
Seguiu-se «What A Difference A Day Made», «Photograph», «Wheels» e «I Get A Kick», que o Coliseu parou para ouvir, hipnotizado com os malabarismos vocais de Jamie Cullum.
Pronto para outro ponto alto da noite, o músico e a sua banda desceram até à plateia para interpretar uma versão de «Cry Me A River», de Justin Timberlake.
Já com o público de pé e junto ao palco, surge mais uma música do novo disco: «Mixtape». O concerto estava na recta final, mas o público queria mais. E foi então que num momento de rara magia e cumplicidade, Jamie Cullum finalizou o espectáculo com «Wind Cries Mary», de Jimi Hendrix, e «Gran Torino».
Conforme previsto, o cantor foi o grande protagonista de um concerto frenético de cerca de duas horas. O Coliseu ficou, certamente, rendido ao talento do multi-facetado Jamie Cullum, que voltou a mostrar por que razão é considerado um dos mais promissores músicos da actualidade.


NOTICIA DAQUI

Inesquecível: Jamie Cullum

Não tenho palavras para descrever o concerto de Jamie Cullum ontem no Coliseu, foi magnífico , soberbo !

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Jamie Cullum

Cantor, compositor, pianista, e... muito talentoso, Jamie Cullum actua amanhã no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Uma oportunidade a não perder para ouvir este dotado pianista britânico de jazz contemporâneo, que recentemente editou o seu quinto álbum de originais, The Pursuit. Eu vou lá estar e depois conto como foi !